





muitas flores nas novas estampas Samburá, agora com tecido estampado nas sacolas dos modelos 01 e 02. Veja em www.samburabrasil.com






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Matéria que saiu no Globo:
http://oglobo.globo.com/rio/debemcomorio/mat/2009/08/31/saiba-que-fazer-com-seu-lixo-767394035.asp
Saiba o que fazer com seu lixo
Fernanda Baldioti
RIO – Garrafas de refrigerante, copos de requeijão, vidros de maionese, eletrodomésticos com defeito, pilhas, baterias. Sem dúvida, o lixo é o destino certo para esses materiais que não têm mais vida útil. Mas, na hora do descarte, surge a questão: o que fazer para que produtos recicláveis não acabem num lixão?
A coleta seletiva é a primeira resposta que vem à mente. Mas, empresas de diversos setores têm, cada vez mais, disponibilizado coletores nas lojas ou em assistências técnicas para que os clientes depositem materiais que demoram a se decompor.
A ambientalista e presidente do Instituto Gea, ONG que dá orientações sobre o que pode ser reciclado e como implantar a reciclagem em um condomínio, Ana Maria Domingues Luz, lembra, no entanto, que, além de pensar no que vai fazer com o que será descartado, o consumidor deve tentar reduzir a quantidade de lixo que produz. Ela ressalta que ações simples no dia a dia, como comprar produtos em embalagens maiores ao invés de mais unidades de recipientes menores, surtem grande efeito:
- Não nos damos conta de como isso pode ser aplicado na prática. Mas, por exemplo, o vendedor da banca geralmente coloca a revista, que já vem embalada, em um saquinho, que não serve para nada depois. Você aceita porque ele te deu, mas é possível colocar a revista dentro da bolsa e dispensar o saco. Muitas vezes, isso é confundido como um bom serviço, quando na verdade não é. O mesmo acontece com as lojas que vendem roupas mais finas e costumam passar o papel de seda em cada produto, mesmo que não seja uma embalagem para presente. Isso é desnecessário, mas a gente deixa. É preciso que as clientes comecem a negar o serviço para mudar a cultura das lojas – explicou Maria Domingues.
Reutilização de objetos é uma das alternativas para reduzir a produção de lixo
A reutilização é um segundo passo para a redução da quantidade de lixo. Em casa, em caso de sobras de comida, o ideal é inventar receitas utilizando esses restos. Para Maria Domingues, o uso dos atacados saquinhos plásticos, por exemplo, não deve ser repreendido se eles forem reutilizados como sacos de lixo. Ela ressalta que o uso do verso do papel também é uma prática simples que deve ser disseminada.
- Pego mala direta, papel de banco, envelopes, grampeio tudo do lado do verso e coloco ao lado do telefone para anotar recado. Outra ideia na questão da reutilização é aproveitar vidros de maionese para guardar compotas e algodão. Basta um olhar antes de jogar algo fora que, muitas vezes, se encontra uma nova função para aquilo. É uma vantagem para o meio ambiente e para o bolso.
” Basta um olhar antes de jogar algo fora que, muitas vezes, se encontra uma nova função para aquilo. É uma vantagem para o meio ambiente e para o bolso. “
Dentro da perspectiva da reutilização, a consultora sócio-ambiental Pólita Gonçalves sugere que antes do descarte, o consumidor pode tentar trocar ou vender o que não precisa ou não deseja mais. Para quem não deseja fazer um bazar em casa, uma das opções é o site Freecycle , uma organização sem fins lucrativos que reúne pessoas interessadas em deixar seus objetos fora dos depósitos de lixo. As pessoas podem doar, trocar ou até pedir desde objetos até móveis.
- Desde um celular até um ventilador, todo mundo sempre tem coisas que não quer mais e não sabe o que fazer a não ser jogar no lixo. Mais do que nunca é hora de pensarmos em opções alternativas ao lixo – sugere Pólita.
Iniciativa privada recolhe resíduos de clientesDepois de reduzir a quantidade de lixo e reutilizar os objetos, deve-se separar o material para reciclar. Maria lembra, no entanto, que essa etapa todo mundo conhece, mas não é a mais fácil porque é preciso ter alguém para receber o material.
- Não adianta separar e colocar ao lado do lixo comum se eu não houver a certeza do destino daquele material. Do contrário, seu esforço se perdeu.
No Rio, desde 1993, a Comlurb desenvolve um programa de coleta seletiva. Inicialmente baseado na implantação de cooperativas de bairro, em 2002 a empresa começou a fazer a coleta seletiva porta a porta. No primeiro ano, foram recolhidas 3.507 toneladas de lixo. Em 2008, a quantidade praticamente dobrou, passando para 6.218,97 toneladas.
O recolhimento é feito uma vez por semana, em dias alternados ao da coleta domiciliar. Atualmente, ela é realizada em 42 bairros, atendendo cerca de 30% das moradias cariocas. Para saber o dia que o caminhão passa em determinada rua, basta acessar o site da Comlurb ou ligar para o telefone (21) 2204-9999.
Mas, é preciso lembrar que o lixo reciclável deve ser colocado limpo e seco em sacos plásticos transparentes, para que o gari da coleta seletiva veja o conteúdo e não misture o material reciclável com o lixo domiciliar.
Além da coleta, a Comlurb montou ecopontos, que são instalações criadas para o recebimento gratuito de entulhos de obra, galhadas e outros materiais transportados por catadores, carroceiros e pela população. Nos ecopontos, os resíduos são depositados em caixas metálicas que, quando cheias, são removidas para os aterros.
A iniciativa privada também não tem ficado de fora do compromisso com o descarte do lixo. Pilhas, baterias e resíduos eletroeletrônicos, como computadores, teclados, telefones celulares têm sido recebidos pelos próprios fabricantes. Segundo Pólita, este é o princípio da responsabilidade pós consumo, o que faz com algumas empresas recolham material produzido, nas lojas ou assistências técnicas. Os supermercados Extra, por exemplo, montaram, em parceria com a Pepsico, as Estações de Reciclagem Extra H2OH!. As estações recebem papel, plástico, metal, vidro, além de óleo de cozinha usado, que deve ser armazenado em garrafa pet e entregue nos postos de coleta. Todo material arrecadado é doado a cooperativas de catadores e a renda revertida para seus cooperados. Ações parecidas estão sendo feitas por outras redes de supermercados, como o Wal-Mart.
Onde deixar:
- Baterias, aparelhos de celular e acessórios:
As operadoras Vivo, Claro, Tim e Oi recebem em todas as lojas aparelhos, baterias e acessórios de qualquer modelo ou operadora. Não é preciso ser cliente para depositar os resíduos.
- Pilhas:
Uma resolução do Conama determina que, a partir de novembro de 2010, fabricantes de pilhas e baterias serão responsáveis pela coleta. Enquanto os revendedores não aderem à lei, é possível depositar o material usado nas agências do Banco Real, que disponibiliza os coletores “Papa-Pilhas”. Outra opção são os 500 coletores verdes da Comlurb espalhados pela cidade. Para conferir os endereços, basta acessar o site da Comlurb (http://www.rio.rj.gov.br/comlurb/), clicar na aba “Serviços” e depois na opção “Cestas Coletoras de Pilhas e Baterias”.
- Papéis, metal, vidro e óleo de cozinha
Lojas da Rede Wal-Mart:têm as Estações de Reciclagem com recipientes destinados à coleta seletiva de papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha, que beneficia 32 cooperados. No Rio, a coleta funciona no Sam´s Niterói, Sam´s Linha Amarela, Wal-Mart Barra, Wal-Mart Campinho, Wal-Mart Campos dos Goytacazes e Wal-Mart Tijuca.
Programa de Estações de Reciclagem – Todo material arrecadado nas estações é doado a cooperativas de catadores e a renda revertida para seus cooperados.
Caixa Verde – lançado em março de 2008 como um projeto piloto de reciclagem pré-consumo em uma loja Pão de Açúcar, o Caixa Verde agradou o público e ganhou espaço em mais 21 supermercados da rede. A ação faz parte do programa de responsabilidade ambiental da empresa e tem como objetivo estimular os clientes a reciclar embalagens (papel, papelão e plástico) antes de levá-las para casa. Exemplificando: ao invés de levar a pasta de dentes e sua respectiva caixinha, o cliente leva só o tubo. As doações são voluntárias e o funcionamento do “Caixa Verde” é exatamente igual ao check-out tradicional. Hoje 130 mil embalagens já foram recicladas por meio do Caixa Verde.
- Equipamentos eletrônicos:
Comitê para a Democratização da Informática (CDI) - recebe computadores e periféricos em estado de funcionamento e usa o material doados em programas de inclusão digital. As máquinas devem ter processador Pentium III ou superior, com HD e memória. Também são recebidos scanners, impressoras e laptops com fonte e com as mesmas especificações mínimas do computador. Para saber qual CDI mais próximo, o interessado deve ligar para 3546-6570 ou mandar e-mail para cdirj.doacao@cdi.org.br. Em grandes quantidades, eles buscam os equipamentos.
Dell - O fabricante de computadores recolhe, recondiciona e doa equipamentos para projetos de inclusão digital. Para saber os locais de recebimento, o site é www.pensamentodigital.org.br. A Dell também tem outro projeto, que é global e recolhe computadores e destina para parceiros ambientais. Basta entrar no site www.dell.com/recycling e clicar na bandeira do Brasil.
HP - Recolhe baterias de notebooks, calculadoras e outros produtos da marca HP. A coleta deve ser solicitada no site www.hp.com.br/baterias. As baterias também podem ser entregues na rede de assistência técnica. Também há o Programa Planet Partners, que faz a coleta de cartuchos e toners para a reciclagem junto a clientes corporativos e usuários domésticos. Em 2008 mais de 60 mil toners foram coletados e reciclados através desse programa no Brasil e mais de 212 mil cartuchos de tinta foram coletados e destinados para reciclagem. Mais informações pelo e-mail reciclagem@hp.com. É importante informar o modelo do seu equipamento, a quantidade e a localidade onde se encontra.
Canon – Mantém programa de reaproveitamento de impressoras com coleta na rede de assistência técnica (www.canon.com.br).
- Óleo de cozinha:
- ONG Disk Óleo: faz um processo de purificação e o vende para indústrias de sabão, biodiesel e asfalto. A ONG paga em dinheiro ou em material de limpeza pelo óleo recebido. Basta ligar para (21) 2260-3326 e solicitar o recolhimento do material.
- Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz): troca uma garrafa cheia por uma muda de planta. O óleo poderá ser entregue apenas em garrafas PET, que serão encaminhadas para reciclagem. A entrega do óleo deve ser feita sempre às quintas-feiras, das 8h às 11h30m, em quatro diferentes pontos do campus da Fiocruz: portarias da Avenida Brasil e da Rua Leopoldo Bulhões; portaria da Dirac; e na expansão. Mais informações pelo telefone 2209-2175.
- Reciclagem de óleo de cozinha Porto Seguro – nos Centros Automotivos Porto Seguro e sucursais, o público poderá retirar minigalões para armazenar o óleo de cozinha usado. Quando o recipiente estiver cheio, é só levá-lo novamente ao CAPS e despejar o óleo no coletor. A partir de sua reciclagem será fabricado o biodiesel. Clique aqui para encontrar o centro automotivo mais perto.
Links:
Para ajudar na limpeza das praias:
Para ser voluntário por um dia:
Para proteger baleias e outros bichos:
Para plantar árvores:
www.ibflorestas.org.br
Para cuidar da Floresta da Tijuca:
Para salvar o planeta:
Para ensinar dança:
www.bst.org.br
agora você pode personalizar a sua ecobag!
aceitamos encomendas especiais.
entre em contato : samburabrasil@gmail.com
Programa Notícias do Rio da TV Brasil – matéria sobre o bazar do blog Hoje Vou Assim OFF realizado no dia 28/03/2009.
no BAZAR
Redes de supermercados começaram a estimular os brasileiros a adotar um hábito muito saudável para o planeta.
Que elas poluem, o brasileiro já sabe. Demoram cem anos para se desintegrar na natureza. No comércio, há alternativas para as sacolinhas plásticas. Aquelas de tecido, que podem ser usadas mais de uma vez. O difícil é tornar o uso delas um hábito.
“Não trouxe”, conta o estudante Lucas Amaral.
O aposentado João Paulo Covre traz sempre uma bolsa de casa, onde leva as compras. Mas, quando abre…
“Dá para tirar o saquinho, mas vai sujar minha sacola”, ele argumenta.
Na sacola da artista plástica Núria Sagranz, saco plástico não entra. “Não foi um hábito difícil de mudar. Mas eu percebo que pessoas não aderem”, revela a artista.
Para estimular mais consumidores a mudar este hábito, algumas grandes redes de supermercados começaram a oferecer vantagens para quem trocar as embalagens plásticas pelas retornáveis. Por exemplo, quando o consumidor deixa de usar as sacolinhas, ele ganha descontos em compras futuras.
“É uma mudança de comportamento mesmo. Ele tem que estar com a sacola ou no carro ou na bolsa”, afirma Paulo Pompílio, diretor do supermercado.
A meta de outra rede de supermercados é reduzir pela metade o uso de sacolas plásticas nos próximos cinco anos. “A cada sacola plástica não utilizada, o cliente recebe três centavos, o que pode representar até mais de R$ 1 em cada compra do cliente”, explica o diretor de supermercado Luis Herrison.
O incentivo ajuda. A promoção já economizou o uso de mais de um milhão de sacolinhas no Recife e em Salvador. Mas o desconto não é o único estímulo.
“Na verdade, a natureza agradece com uma atitude como essa nossa”, afirma a pedagoga Josiete de Oliveira Lima.
Agradece mesmo. Só no Brasil, 18 bilhões de sacolinhas são produzidas por ano. A ambientalista Heloisa Torres de Mello, gerente de operações do Instituto Akatu, diz que a postura de cada consumidor faz toda a diferença.
“A gente não se dá conta do volume de sacolas que a gente consome ao longo de um mês, de um ano. Cada sacolinha que você deixa de pegar e que realmente você não vai precisar, faz muita diferença sim”, destaca a ambientalista.
A Samburá vai participar do Bazar do Hoje Vou Assim OFF
dia 28/03 – sábado, das 14h às 21h
na Rua Mem de Sá, 33 (Centro de Cultura Hombu)
Lapa, Rio de Janeiro (próximo aos Arcos, pizzaria Guanabara…)
Entrada: uma lata de leite em pó ou roupas para doação.
Muitas peças incríveis a preços pequeninos! Aproveite para levar suas comprinhas do bazar numa linda ecobag Samburá!
Até lá!!

Olha aí a Ana Carolina com algumas peças que serão vendidas no Bazar do dia 28 com a samburá modelo 02 rosa antigo.